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Piracanjuba comemora 70 anos com previsão de faturamento de R$ 12 bilhões em 2025

Com presença nacional e expansão constante, empresa associada à ADIAL Brasil reforça protagonismo no setor de lácteos brasileiro. Na última segunda-feira, 28 de julho, a Piracanjuba, uma das maiores empresas do setor de laticínios do Brasil, celebrou 70 anos de história. A data marca não apenas uma trajetória de crescimento e inovação, mas também um futuro promissor, já que a empresa goiana prevê atingir um faturamento próximo de R$ 12 bilhões em 2025. Fundada em 1955, a Piracanjuba é hoje um símbolo de solidez e visão estratégica, aliando tradição e modernidade em suas operações. Com oito unidades fabris e 16 postos de resfriamento de leite em funcionamento, a empresa está presente em oito estados nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, o que garante ampla capacidade logística e acesso a diferentes mercados consumidores e produtores. Ao longo de seus 70 anos, a Piracanjuba construiu uma reputação baseada em qualidade, inovação e sustentabilidade. A empresa investe em tecnologia, rastreabilidade, práticas sustentáveis e na valorização de produtores rurais, com foco na responsabilidade social e ambiental em toda a cadeia produtiva. Com presença em milhões de lares brasileiros, a marca é hoje sinônimo de confiança, figurando entre as mais lembradas do setor de laticínios. Nova unidade no Paraná reforça expansão Entre as novidades que impulsionam a projeção de crescimento está a nova fábrica em São Jorge D’Oeste, no Paraná, que será dedicada à produção de queijos. A unidade vai ampliar a capacidade industrial da marca e reforçar sua presença no competitivo segmento de queijos, com foco na diversificação do portfólio e valorização da produção nacional. Reconhecimento como associada Para a ADIAL Brasil, da qual a Piracanjuba é associada, acompanhar essa trajetória de crescimento e inovação é motivo de orgulho. “A Piracanjuba é exemplo de como a indústria brasileira pode unir tradição, eficiência e visão de futuro. Seu impacto econômico e social vai muito além das fronteiras de Goiás, beneficiando toda a cadeia produtiva nacional”, ressaltou Herculano Anghinetti, Presidente Executivo da ADIAL.

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Nota de Pesar

A ADIAL BRASIL lamenta o falecimento do empresário Carlos de Jesus Gravia. Além de um grande empresário, Gravia era um apoiador das iniciativas da nossa Associação. Em nome da ADIAL BRASIL, expresso os mais profundos sentimentos e me solidarizo na dor com os familiares e amigos. Que todos recebam nosso abraço nesse momento. Herculano AnghinettiPresidente Executivo

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Nota de pesar

A ADIAL BRASIL lamenta o falecimento do empresário Cirillo Marcos Alves, ocorrido na última quinta-feira (04). Além de um grande amigo e apoiador das iniciativas da nossa Associação, Cirillo era primo do Presidente do Conselho de Administração da ADIAL BRASIL, José Alves Filho. Em suas redes sociais, o Governador de Goiás, Ronaldo Caiado, lamentou a perda: “Gracinha e eu recebemos com imensa tristeza a notícia do falecimento do empresário Cirillo Alves, CEO da Serra Dourada, um dos maiores grupos de comunicação do Centro-Oeste. Cirillo, membro de uma família de grandes empreendedores e deixa seu nome marcado na história da comunicação de Goiás. Nossos sinceros sentimentos à família e aos amigos. Que Deus leve conforto a todos.” Em nome da ADIAL BRASIL, expressamos nossos profundos sentimentos e nos solidarizamos na dor com os familiares e amigos. Que todos recebam nosso abraço nesse momento. Herculano AnghinettiPresidente Executivo

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Nota de pesar

A ADIAL BRASIL lamenta o falecimento ocorrido nesta terça-feira, dia 18 de junho, da Sra. Maria Batista de Souza, mãe de nosso estimado amigo e permanente apoiador das ações da nossa entidade, Sr. José Garrote de Souza. Em nome da ADIAL BRASIL, expressamos nossos profundos sentimentos e nos solidarizamos na dor com os familiares e amigos. Que todos recebam nosso abraço nesse momento. Herculano AnghinettiPresidente Executivo

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Presidente do Senado, Senador Rodrigo Pacheco (MG), devolve ao governo trecho da MP que altera regras do PIS/Cofins

No fim da tarde desta terça-feira (12), o Presidente do Senado e do Congresso, Senador Rodrigo Pacheco (PSD/MG), decidiu por devolver ao Governo Federal a Medida Provisória nº 1.227/2024. Tal medida buscava compensar a continuidade da desoneração da folha de pagamentos e de reduzir a contribuição previdenciária dos municípios, com a vedação do ressarcimento do saldo credor decorrente de créditos presumidos de PIS/Cofins. A MP 1227 havia gerado uma enorme repercussão negativa nos mais diversos setores. Associações, Confederações, Sindicatos, especialistas e partidos políticos já haviam se posicionado de forma contrária a tal medida. No fim da última semana, vinte e sete frentes parlamentares se juntaram em uma solicitação conjunta ao presidente do Congresso Nacional, pedindo a devolução da MP ao governo Lula. Pela a devolução da medida, Pacheco justificou: “(…) no que toca a parte de compensação de PIS e Cofins, é o descumprimento dessa regra (anterioridade), o que impõe a esta Presidência do Congresso impugnar essa matéria com a devolução desses dispositivos para a Presidência da República”, destacou. Vale ressaltar que o Senador Rodrigo Pacheco, como Presidente do Congresso, pode devolver ao Governo Federal medidas provisórias que ele considera que não estejam atendendo aos critérios legais.

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Associações, Confederações e Sindicatos se posicionam de forma contrária a MP nº 1227

A Medida Provisória 1227, que busca compensar a continuidade da desoneração da folha de pagamentos e de reduzir a contribuição previdenciária dos municípios, com a vedação do ressarcimento do saldo credor decorrente de créditos presumidos de PIS/Cofins, gerou uma enorme repercussão negativa nos mais diversos setores. São economistas, advogados tributaristas, frentes parlamentares no Congresso Nacional, partidos políticos e Associações, Confederações e Sindicatos que têm comunicado o quão prejudicial tal Medida Provisória será para a economia brasileira. Na última semana a CNI (Confederação Nacional da Indústria) e diversas associações se pronunciaram através de notas sobre a MP. Confira abaixo na íntegra: Nota IPA – Medida Provisória 1.227-24 (1158910.3) Nota de posicionamento sobre a MP 1227 – 04.06.24

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CNI critica MP de Lula e suspende participação oficial na China

A CNI (Confederação Nacional da Indústria), irá contestar judicialmente os termos da Medida Provisória n° 1.227, que causa perdas estimadas no valor de R$ 29,2 bilhões ao setor industrial. Diante da negligência com o setor produtivo nacional, o presidente da CNI, Ricardo Alban, interrompeu a sua participação na comitiva oficial do governo brasileiro em visita à Arábia Saudita e China, e retornou ao Brasil diante da necessidade em atuar com urgência para reverter o panorama atual. A MP 1.227, apresentada pelo Ministério da Fazenda, agrava ainda mais a sobretaxada indústria brasileira ao determinar a compensação de crédito de PIS/Cofins e atravancar o ressarcimento do saldo credor decorrente de crédito presumido. A CNI estima que o impacto negativo na indústria será de R$ 29,2 bilhões nos próximos sete meses. O impacto negativo desta e outras medidas como a limitação ao aproveitamento de créditos tributários federais decorrentes de decisão judicial (Lei 14.873/2024), poderá chegar a soma de R$79,1 bilhões somente em 2024, sem contar as perdas com a retomada do voto de qualidade no Carf, que poderá atingir dezenas de bilhões de reais. Todas as medidas estão na contramão da política do Governo de restaurar a competitividade da atividade industrial no Brasil, tal qual era a proposta da NIB (Nova Indústria Brasil). O presidente da CNI afirmou: “Chegamos ao nosso limite. Nós somos um vetor fundamental para o desenvolvimento do país e vamos até as últimas consequências jurídicas e políticas para defender a indústria no Brasil. Não adianta ter uma nova e robusta política industrial de um lado se, do outro, vemos esse ataque a nossa competitivade.”, destacou Alban. Com informações da Confederação Nacional da Indústria

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